O Movimento Norte Sim, defende uma Região Norte coincidente com a actual região plano e um modelo de regionalização administrativa consagrado na Constituição da República Portuguesa.

O Movimento Norte Sim, considera a Regionalização o melhor modelo para o desenvolvimento de Portugal e para ultrapassar o crescente empobrecimento com que esta Região Norte se depara.

O Movimento Norte Sim, luta para que o Norte possa decidir o seu futuro, com mais eficácia e menores custos, através de um poder eleito democraticamente.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

O Norte Sim já chegou à imprensa




E começa a contagem decrescente para 22 de Abril...

Em plano inclinado

Em complemento do post anterior "Portugal, hoje!", merece uma leitura este post:

"O definhamento do Porto"

"
...
Há pouco tempo, fui confrontado com os números implacáveis (e quão implacáveis são) do desenvolvimento do nosso país nos últimos 20 anos, numa radiografia feita retalhando o nosso país nas suas 30 NUTS (Nomenclatura de Unidades Territoriais). Aqui vai uma súmula de alguns indicadores relevantes, comparando a NUT Grande Porto com a Grande Lisboa.

Indicador: Grande Porto - Grande Lisboa
---------------1989----Hoje-----1989---Hoje
PIB (%)--------14,56---12,03----5,52---31,09

PIB per capita(Portugal=100)
124,24---99,68---87,07--163,04


(Fonte:INE)"


Os números são implacáveis em função da óbvia discrepância, mas note-se que, entre as diversas zonas que constituem a Região Norte, o Porto é com certeza a menos prejudicada...

É assim...

NORTE, hoje!

Índice do PIB "per capita" do Norte é o mais baixo de Portugal,
80% média nacional, atrás da Região do Centro, 85% e da Região Autónoma dos Açores, 89%.

A Guiana francesa e Dytiki Ellada, na Grécia, são as únicas regiões dos 15 países da U.E. com índice de pobreza superior ao do Norte. E vários países que aderiram recentemente à união europeia já têm todo o território mais rico que o Norte, como é o caso da Estónia, Eslovénia, Malta e Chipre.

As NUTS III da região aproximam-se do Grande Porto, apenas e só, porque esta sub-região passou de 115% da média nacional para 100% em 2007, ou seja o nivelamento sub-regional acontece pelo empobrecimento relativo do Grande Porto e não pelo aumento da riqueza nas outras sub-regiões.

Mesmo a Cidade do Porto, que em 2000 tinha o maior poder de compra do país, com 238% da média nacional, caiu em 2005 para 164%, sendo actualmente inferior a Lisboa e Oeiras.

Se isto não é uma desgraça, é o quê!?

domingo, 11 de abril de 2010

PORTUGAL, hoje!

OCDE, 2007: Portugal é o 2º país mais centralizado.

Em 1995, em Portugal, a riqueza por habitante era de 75% da média da U.E. Em 2006, após milhares de milhões de euros “investidos” era de 76% (!). Enquanto que, em países que entraram ao mesmo tempo para a comunidade europeia, a riqueza criada disparou de 84,2% para 94,1% na Grécia e de 91,7 para 104,1% na Espanha.
 
Portugal é hoje um país em crise estrutural e endémica. Entre 2000-2009, cresceu em média menos de 0,5% ao ano (a média da OCDE foi de 2%). A divida pública cresceu de 55% para 70% e o desemprego é hoje superior a 10%.

Esta é a realidade de um país cada vez mais centralizado, onde o poder central não apresenta soluções, constitui grave problema!

sábado, 10 de abril de 2010

Nortenhos Independentes


Um site que vale a pena conhecer...

História do Norte!

O Princípio


"A região na qual se encontra actualmente Portugal esteve habitada por pelo menos há quinhentos mil anos, primeiro pelos Neandertais, e mais tarde, pelos homens modernos. Cerca de 10 000 a.C., a Península Ibérica era habitada por povos autóctones sem parentesco aparente com quaisquer outros povos conhecidos, denominados Iberos." Nesta altura ja havia diferenças entre as varias regiões pela penísula iberica.

Mas so se cristalizou as diferenças devido à geografia e a vindas de emigrações de alguns povos para esta região que marcaram perfundamente as bases para a identidade do Norte de Portugal."
...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Movimento Norte Sim oficializado a 22 de Abril

A defesa da criação de uma região Norte num país regionalizado é o objetivo do Movimento Regionalista Norte Sim, que se apresenta formalmente dia 22, num jantar debate em Paredes, disse hoje à Lusa um dos promotores, Ricardo Luz.

“O nosso objetivo é um: a regionalização em Portugal e a criação de uma região Norte. Queremos tentar mobilizar o máximo possível de cidadãos. Para chegar à regionalização, primeiro temos de informar as pessoas porque a defendemos e de lhes dizer o que estamos a perder por não termos um país regionalizado”, adiantou o empresário.

O Norte Sim é um “movimento político não partidário” que reúne, para já, “cerca de 100 pessoas no Norte que defendem a regionalização”, referiu Ricardo Luz.

"Gostaria que aparecessem projetos similares noutras regiões”, acrescentou.

Para além de influenciar os cidadãos e “promover o debate”, o movimento pretende, também, segundo o seu promotor, “influenciar os eleitos para tomar decisões”, sejam elas a promoção da regionalização ou a opção pelo referendo.

Entre as iniciativas previstas, para depois da apresentação formal do movimento, estão a organização, “todos os meses, de jantares debate em várias cidades do Norte”, abertos “a quem queira participar”.

A publicação de uma newsletter e a “participação num programa semanal do canal por cabo RTV” são outras das atividades planeadas.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Opções do Estado Central e as bandeiras à janela


Este caso de Valença é o último de um extenso rol de estabelecimentos de saúde cujo encerramento (parcial ou total) tem penalizado os habitantes dos distritos mais interiores, designadamente na Região Norte do País.

É um bom exemplo para demonstrar em que medida este estado centralista se afastou do quotidiano de uma larga franja dos cidadãos do País e descuida dos seus interesses, pelos quais, deveria zelar.

Mas esta situação não será o resultado das opções – das bandeiras -
que o Estado Central, ele próprio, abraçou?


Então, não é este Estado Central, tão diligente nas despesas com estes serviços de saúde, o mesmo que, todos os anos, financia com mais de 300 Milhões € o défice de exploração e a ineficiência de uma empresa pública, como a RTP?

O mesmo Estado Central, não é conivente, pois esteve presente na sua aprovação, com os prémios de milhões de € atribuídos a gestores empresas como a PT, a EDP, REN, etc.? (o argumento que estas se tratam de empresas privadas é falacioso, já que é o estado quem, para além de continuar a assegurar verdadeiros monopólios privados, continua a controlar o seu capital accionista)

Não é o mesmo Estado Central que financiou, em milhares de milhões de €, o resultado dos estratagemas de algumas instituições bancárias (BPN) ?

E a lista continua, com centenas de Milhões de Euros absorvidos por listas infindáveis de empresas públicas (CP, REFER, TAP, Carris, STCP…), investimentos públicos ruinosos (TGV, novo aeroporto, 3ª travessia sobre o Tejo…), negócios muito duvidosos (aquisição de submarinos, construção de barragens, concessão do terminal de
Alcântara, concessão de auto-estradas…)

Mas qual é o receio de romper com este estado de coisas?

Norte Sim, Já!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Queremos continuar a trilhar este caminho?


Desertificação causa mais aldeias-fantasmas no interior
Aldeias estão a ficar desertas, abandonadas à sua sorte e engolidas pela vegetação. Nem mesmo as que estão nos arredores de algumas capitais de distrito escapam.


(via DN)

"...
Em 2001, a densidade populacional de Portugal era de 112 habitantes/km2, valor quase idêntico à média europeia, de 114 habitantes, mas com uma diferença abissal: as densidades populacionais mais elevadas encontram-se na faixa litoral oeste até ao Sado e na orla algarvia, enquanto no interior as densidades são muitas vezes inferiores a 20 habitantes por km2.

...
Também a presidente da Liga para a Protecção da Natureza reclama a "implementação, rápida, de medidas para inverter a desertificação acelerada que estamos a assistir". Alexandra Cunha sustenta que "a chave do problema são as pessoas, mas para isso é preciso criar instrumentos que as ajudem a fixar-se". A ambientalista alerta que "é um problema muito grave que é agravado pela falta de qualidade de vida das populações, sobretudo das regiões raianas". É que "sem pessoas as terras vão ficando menos aráveis, engolidas pela vegetação e cada vez com menores condições de inverter a tendência".

De acordo com Alexandra Cunha, "mais de metade do País pode transformar-se em solo árido se nada for feito, com consequências tão graves como o aumento das assimetrias entre as regiões, criando perdas demográficas, pobreza, abandono e desemprego", conclui

"

domingo, 4 de abril de 2010

A ver vamos...

PSD/Porto pede união em torno do líder e volta à regionalização

Marco António Costa quer esforço de união para combater o PS. E leva regionalização já ao congresso do fim-de-semana.

(via DN)
"...
Marco António, apoiante declarado de Pedro Passos Coelho nas directas da última semana, enviou também uma carta aberta aos 30 250 militantes do Porto, precisamente apelando à unidade do partido. "A partir de agora temos de unir esforços para vencer o nosso adversário político: o Partido Socialista e as suas políticas", diz o também vice-presidente da Câmara de Gaia, acrescentando: "Estou certo de que eu e o dr. Pedro Passos Coelho podemos contar com o apoio e empenho de todos os militantes do distrito do Porto, no sentido de juntos construirmos uma verdadeira alternativa a este Governo socialista e dessa forma lutarmos por um país e um distrito melhor e mais justo."

Marco António Costa, de resto apontado no partido como um dos membros da futura comissão política do novo presidente do partido, promete levar para essa direcção uma bandeira: a da regionalização.

Na convocatória para a reunião de hoje, o assunto é mencionado já com referência ao congresso do próximo fim-de-semana, em Carcavelos, prometendo não largar essa ambição ("Marco António Costa pretende capitalizar todos delegados no próximo congresso na defesa do distrito do Porto, bem como na defesa da regionalização, bandeira de que não abdica", diz essa convocatória)
..."

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Festividades da Semana Santa em Braga

As procissões da Semana Santa foram introduzidas no arciprestado de Braga entre 1500 e 1510.


Pela sua importância no contexto das cerimónias litúrgicas que ocorrem um pouco de norte a sul de Portugal durante a Semana Santa, não podem deixar de registar-se as que têm lugar em Braga, onde o conjunto impressionante e único das procissões, particularmente as nocturnas, faz acorrer àquela cidade milhares de fiéis vindos de todo o país, mas também peregrinos oriundos de Espanha e de outras partes do Mundo.

Assim acontece na Quinta-Feira Santa com a Procissão do Senhor Ecce Homo, popularmente designada por Procissão do Senhor da Cana Verde, a lembrar as palavras proferidas por Pôncio Pilatos aos Judeus: «Eis o homem», quando lhes mostrou Jesus Cristo coroado de espinhos, com uma cana verde nas mãos a servir-lhe de ceptro.